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Acesso em 25/05/2024 às 11h08.

Mutirão do Crea-ES realiza em dez dias 597 ações fiscais em Vila Velha

198 multas foram emitidas na região

18 de abril de 2024, às 14h54 - Tempo de leitura aproximado: 1 minuto

198 multas foram emitidas na região

Fiscais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) estiveram nos períodos de 18 a 22 de março e 1º a 5 de abril, no município de Vila Velha, realizando ações para coibir o exercício ilegal das profissões ligadas à Engenharia, à Agronomia e às Geociências.

Responsável por registrar, orientar e fiscalizar o exercício profissional e defender a sociedade de práticas ilícitas nas atividades relacionadas à área tecnológica, o Conselho emitiu na região, nesse período, 198 autos de infração em 597 ações realizadas. Dessas abordagens, 46 foram originadas de denúncias realizadas pelo canal Denúncia On-line, disponível no site do Conselho. “O canal de denúncias é uma das principais ferramentas para comunicar atividades suspeitas, exercício ilegal da profissão ou qualquer outra demanda que necessite da intervenção do Crea-ES. Qualquer pessoa pode entrar em contato conosco e contribuir para a segurança de todos”, informou o presidente do Crea-ES Engenheiro Jorge Silva.

Das autuações emitidas, 94 foram motivadas por exercício ilegal da profissão, praticado por pessoas sem formação e conhecimento técnico para exercer a atividade; 78 multas foram emitidas por falta de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), 24 empresas foram penalizadas por atuarem sem ter registro no Crea-ES e 2 empresas por não dispor de responsável técnico.

A comunidade exerce um papel fundamental para a fiscalização do Conselho. O aumento de ações fiscais reverbera na segurança da população. Ao realizarem os autos, a atividade ilegal e danosa é inibida. Obras com falhas de protocolo, ausência de projetos ou de empresas e profissionais qualificados e habilitados representam riscos diretos à comunidade. Além disso, a fiscalização também gera mercado regular. “Quando o Crea-ES trabalha para coibir o exercício ilegal da profissão, cria oportunidades de mercado, estimula demandas para profissionais qualificados, registrados e regulares com o Conselho”, concluiu o presidente do Crea-ES, Engenheiro Jorge Silva.


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